O Instagram é onde a maior parte dos afiliados brasileiros começa, e também onde mais gente trava. O motivo é estrutural: a plataforma foi feita para manter a pessoa dentro dela, e link tira a pessoa de lá.
Os lugares onde cabe link
- Bio: o único permanente. Um link só, então ele precisa levar a algum lugar que reúna o resto.
- Stories: com o adesivo de link. Some em 24 horas, mas converte bem porque chega a quem já te acompanha.
- Legenda: não é clicável, e é aí que nasce o "link na bio".
- Mensagem direta: converte muito, e queima rápido se você mandar para quem não pediu.
A página de links: use uma que seja sua
A saída comum para o limite da bio é um agregador de links. Funciona, mas tem um custo que poucos percebem: todo o seu tráfego passa por um endereço que não é seu, e a reputação que ele acumula fica com a plataforma dele.
Uma página simples no seu próprio domínio faz o mesmo trabalho, e o que ela acumula é seu. Se você não tem site, criar um para isso leva um fim de semana.
O que a plataforma penaliza
Publicação que só manda clicar alcança menos que publicação que entrega algo. Conte o essencial ali — o que é o produto, para quem serve, o que você achou — e deixe o link como complemento.
O limite do Instagram
Tudo isso alcança quem já te segue ou quem o algoritmo resolveu mostrar. Não alcança quem está pesquisando aquele produto agora, e essa pessoa está muito mais perto de comprar.
É por isso que os afiliados que sustentam renda no longo prazo têm alguma presença em buscadores — por conteúdo próprio, por links apontando para as páginas deles, ou publicando em uma rede como a do Divulga Fácil.